O NOVO MARCO TECNOLÓGICO DA COSTA CAFÉ COM A PALINIALVES.
Costa Café amplia capacidade e melhora processo no Sul de Minas com armazém de alta tecnologia em Albertina
A cafeicultura brasileira tem na eficiência pós-colheita um dos principais fatores para assegurar qualidade, consistência e competitividade no mercado internacional. Nesse contexto, a Costa Café estruturou, no município de Albertina, um armazém moderno voltado ao recebimento, armazenagem, rebenefício e preparação de cafés com padrão compatível às exigências dos mercados globalizados.
Com atuação no segmento de exportação, a empresa informa que seu modelo de negócios está ancorado em pilares como qualidade, rastreabilidade e relacionamento de longo prazo com produtores e parceiros comerciais. A estratégia busca garantir valor em escala sem abrir mão do controle técnico sobre cada etapa do fluxo do café verde da chegada do grão à expedição.
Estrutura robusta de armazenagem e fluxo operacional
Um dos destaques do projeto é o complexo de armazenagem, dimensionado para dar agilidade ao giro de lotes e segurança à conservação do produto. A instalação conta com 354 silos e capacidade estática média de 390 mil sacas a granel, permitindo maior previsibilidade na operação e suporte à logística de exportação.
Segundo informações do projeto, a estrutura foi desenhada para reduzir gargalos operacionais e elevar o nível de padronização, com foco em estabilidade de qualidade entre lotes, rastreabilidade dos processos e menor interferência manual onde a automação agrega controle.
Linha de rebenefício com equipamentos de alto desempenho
No centro do avanço tecnológico está a solução de rebenefício baseada na linha Premium da Palinialves, aplicada para atender demandas de alta exigência em eficiência, performance e controle de classificação. O conjunto reúne equipamentos dedicados a etapas críticas do beneficiamento, como separação, densimetria e retirada de impurezas, contribuindo para a consistência do café preparado para mercados externos.
A configuração instalada contempla:
• 4 separadores de perfil plano
• 7 mesas densimétricas
• 2 catadores de pedras
A proposta, conforme descrito, é combinar velocidade e precisão na classificação, com ganhos em regularidade do produto final e maior capacidade de resposta a diferentes padrões de qualidade, peneiras e especificações por destino.
Automação para formação de lotes e ligas
Outro ponto técnico citado é o sistema automatizado exclusivo para preparação de lotes e ligas (blend). Nesse processo, diferentes lotes são misturados para formar um novo lote homogéneo, seguindo padrões pré-definidos de qualidade. A automação, nesse caso, tende a contribuir para repetibilidade de resultados, redução de variações entre cargas e maior rastreabilidade na composição do café final.
Na prática, do armazenamento e conservação ao rebenefício e à classificação, a operação busca integrar tecnologia e automação em cada etapa, com foco na estabilidade do padrão exportável.
Expedição mais ágil com estufagem a granel
Na fase final, o projeto prevê a utilização de estufadores de contêiner a granel, etapa que visa tornar o embarque mais ágil e seguro, favorecendo o ritmo de expedição e a integridade do produto durante a logística internacional. A combinação entre capacidade de armazenagem, rebenefício e expedição reforça um desenho de planta voltado à escala com controle de qualidade.
Parceria reforça competitividade do café brasileiro
A estrutura apresentada evidencia uma tendência do setor: investimentos em armazenagem, automação e rebenefício como estratégia para agregar valor, reduzir perdas e sustentar consistência em mercados cada vez mais exigentes. Para a Costa Café, a parceria tecnológica com a Palinialves reforça o posicionamento de “cuidar do café do grão ao embarque”, conectando tradição e inovação para levar a excelência do café brasileiro do campo ao mundo.
Palinialves. Sempre à frente.

